Festa em casa

Em feriados como esse de agora, muita mas muita gente mesmo decide viajar. E muitos outros optam por ficar em casa. A qual turma você pertence?

Para os que ficam uma festa bastante convidativa nessa época do ano é a do Havaí. Somamos o colorido das frutas e flores da estação, as cores do mar, a alegria do verão e seu calor. Neste post selecionamos algumas imagens que podem te inspirar. Bora?

Este é fácil! Basta selecionar papéis de seda coloridos, fazer algumas dobraduras, colar e está pronto. Decora muito bem paredes neutras!  Veja o vídeo:

Dica = no vídeo é utilizado papel crepom. Mas pode ser de seda ou cartolina (fica mais firme). Use cola quente/fria para unir as dobraduras se preferir.

Os adereços para carregar nas mãos são igualmente fáceis de confeccionar. Selecione papéis coloridos, corte em tiras finas, junte todas ao meio e amarre com um barbante ou fitilho.

As frutas fazem parte do cardápio e podem virar ótimos itens de decoração. Folhas também podem ajudar a compor a temática.

Agora a idéia que inventaram para montar letras é demais!! Uma forma de madeira cheia de flores… Essa fica linda até num aniversário!

Enfim… a vida pode ser uma festa!  Dá pra se divertir muito com os amigos e familiares sem sair de casa. Basta, a partir de uma boa base, criar uma decor personalizada. Nós podemos te ajudar!!

Dicas de decoração, idéias, novidades… essa é a nossa praia!

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Bom feriado para você!!

 

VERAO + FERIADO + PRAIA = ALEGRIA

Estamos no auge da estação verão, feriado chegando em breve e você pensando em ter uma casa na praia? Nós te ajudamos com a decoração!

Praia pede colorido, despojamento, rusticidade. A areia entra em casa pelos pés, pela roupa, as vezes até no cabelo! A maresia está no ar e facilmente corrói materiais construtivos e de acabamento menos resistentes.

Chita, ah chita é tudo de bom! Mas não precisa ser sempre chita não! Pode ser uma decoração menos vibrante se você não está acostumado a toda essa explosão a que o verão nos remete. Use doses homeopáticas. Vamos dar uma olhada nas referências que separamos para vocês?

Brasipiso – www.brasipisomoderno.com.br

Pequeno e delicioso lounge! Essa idéia é muito esperta! Incorpore no seu projeto um espaço de descanso e contemplação. Após um banho de sol e mar, sempre bate aquele cansaço gostoso, vontade de tomar algo gelado e relaxar. Conforto aqui é essencial. Piso agradável ao toque e resistente, estofado macio com tecidos do tipo acquablock (hidrorepelente, mais resistente ao sol), móveis rústicos, flores. São pequenos elementos que juntos dão aquele clima alegre e restaurador.

Seu estilo é um pouco mais rústico e festivo? Vamos lá!

Cor!!! Combinando com a estação esse ambiente traz o sol na parede, a alegria incondicional da chita e o vermelho vibrante nas poltronas. Mas note que legal! Te parece fresco apesar das cores quentes? O cimento no piso e o verde intenso na parede ao fundo se incumbem dessa tarefa. Além disso a chita vem em tons de azul, lembrando o mar, o céu… Os puffs de palha e os móveis bem rústicos dão a liga a essa receita despojada.

Sua onda é churrasco?? Vem com a gente!

Estudio Barino Interiores

Mais uma vez a rusticidade! Clima forte de praia com a esteira de bambus no forro. A mesa de jantar e portas dos armários em madeira. Os assentos mais parecem banquetas de bar. Tem um detalhe na madeira ali? Maquinado? Pastilhinhas azuis em mosaico pra refrescar (novamente o truque da cor).

Seu espaço é menor? Olha só:

Brasipiso – www.brasipisomoderno.com.br

 

Mesmo num pequeno ambiente podemos usar a cor, a madeira, o cimento para amenizar o calor escaldante da praia.

Sem espaço externo? Fique tranquilo. Você não vai ficar de fora!

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Em áreas anexas é possível manter o clima de praia, usando cores, materiais e uma linguagem mais divertida. Observou as plantas na parede? A cortina de palha? As banquetas e o azulejo bem alegre combinando com a geladeira? É isso!! Dentro as cores quentes e a continuidade do piso levam a essa conversa com o exterior.

 

Satisfeito? Quer mais? Escreve pra gente contando suas impressões!

 

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Um toque de cor e de vida

Quando converso com alguém a respeito de decoração, projetos e afins, a primeira pergunta, a dúvida geral que encontro é a seguinte: qual cor colocar nesse ou naquele ambiente? Pinto ou não a parede da sala de x ou y cor?

Parece que sem cor o ambiente vai ficar sem graça, meio morto, com cara de hospital como muitos temem.

Num projeto de decoração completo a cor embora relevante não tem tanto peso quanto a maioria das pessoas imagina. O espaço preenchido ou vazio, a iluminação dirigida ou geral, os acabamentos e texturas, os móveis e objetos são na verdade a alma de um espaço. A cor nesse sentido vem somar e dar vida a um ambiente por si só harmonioso. Um bom projeto é aquele no qual qualquer cor encontra seu lugar, onde poderia ser substituída sem comprometer a harmonia, o todo.

Com o lay out – posição de todas as coisas – definido, com os móveis mensurados (ninguém quer comprar um sofá que não cabe na sala), com os acabamentos especificados (cimento queimado ou porcelanato, madeira ou laminado, etc)  somente aí nos preocuparemos com os detalhes. Nos damos conta então de que o projeto parte de outras premissas, outras necessidades. Para no fim, ser preenchido de vida. De cor. E essa cor não precisa necessariamente estar nas paredes ou nos móveis. Se nos colocarmos como observadores neutros, podemos perceber isso. Olha só essas imagens:

 

 

 

Recortei o original para que você possa captar melhor os detalhes. No primeiro quadro temos uma sala base. Cimento queimado, palha da mesa e outra fibra presente nas cadeiras, sisal do tapete – ou seja acabamento, móveis e objeto – são todos elementos neutros. Percebe que o destaque maior, o contraponto é o verde lá fora?

 

 

 

 

 

 

 

 

No segundo quadro temos os mesmos elementos e um vaso verde que chama a atenção novamente por se contrapor a neutralidade do restante do ambiente.

 

 

 

 

 

 

Por fim, no terceiro quadro (miniatura) temos mais objetos e vegetação interna reforçando a cor. Ela não deixou de aparecer. Poderia ser substituída tranquilamente por outra (azul, vermelho, amarelo) pois os elementos chave são todos neutros e permitem esse tipo de mudança. Eles seguram a onda.

Vejamos mais exemplos:

Essa idéia de base sólida e de cor que dá vida, pode se estender também aos adornos, aos objetos. Vamos nos apropriar de outra imagem:

 

Qual é o elemento de destaque para você nesse ambiente? Para mim, são as caveiras. Eu poderia até dizer que aí falta um pouco de cor, um tapete, algo assim. Mas definitivamente meu olhar é atraído para o dourado da caveira. Para seu toque inusitado. São itens que podem causar espanto, estranheza ou a mensagem de algo moderno, mas certamente não passam despercebidas. No restante o ambiente é novamente neutro. Apenas as caveiras e o quadro distraidamente _ ou não? – deixado atrás do sofá é que captam minha atenção nessa cena. E são apenas objetos, adornos. Percebe como a base bem feita é importante? Poderíamos trocar as caveiras por corujas marrons, pássaros de porcelana azuis, vasos vermelhos, objetos em tom de cobre, conseguiu imaginar? Nada disso importa. Nenhuma alteração desse tipo iria tirar a harmonia da cena, pois a base ali está bem definida.

Quer mais um exemplo?

 

Observando essa sala de jantar ai de cima você acha que falta algo? Sofá, cadeiras e piso são quase na mesma cor, alterando praticamente apenas os tons. Os aparadores lá atrás são em tom de madeira, objetos sobre eles também seguem os mesmos tons e características do restante do ambiente. Até o tapete que é colorido, parece não fugir dos tons presentes. Então que tal fazer um pequeno exercício? Imagine colocar nesse mesmo aparador algum objeto em vermelho. Ou amarelo, ou qualquer cor que lhe agrade (exceto é claro as que já estão ali). Destoou? Ficou bom? Virou ponto focal? Deu vida? Pesou??

Você faria algo parecido?

Deixe sua impressão aí nos comentários!! Queremos muito saber o que você pensa a respeito.

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Nota: todas as fotos são de clientes Brasipiso Moderno.

Rosa Velho, nada mais atual

Somos suspeitos para falar por que por aqui o cimento é o nosso queridinho. Mas… não somos os únicos a gostar dele não! Dá só uma olhada na última revista Arquitetura e Construção lançada em Outubro:

 

E não pára por aí!

A Ômega Light empresa de iluminação de São Paulo, citada outro dia no nosso post “Profissão: designer” lançou há pouco tempo uma luminária super bacana e contemporânea com um design maravilhoso e justamente nesse material. O cimento está com tudo!!

E você viu o último lançamento da Brasipiso Moderno?? Luxo!! Não tem outra palavra que traduza com mais precisão!!

É… cada vez mais moderno e contemporâneo!!

 

Destino: Paraty

Falando em cimento queimado, tema do último post, é inevitável lembrar do nosso passado arquitetônico e essa lembrança nos leva a Paraty – RJ. Cidade litorânea com belíssimas praias, visuais de tirar o fôlego, muita história e boa comida ela também é nossa dica de destino para você aproveitar o próximo feriado de outubro ou planejar a viagem de férias

 

E eis que Paraty nasceu lá no século XVI, quase irmã de Angra dos Reis, com casas de arquitetura colonial bem característica pois fazia parte do Caminho do Ouro uma via importantíssima pela qual se escoava o metal valioso para a capital do Brasil que a época era o Rio de Janeiro. Mas isso é uma outra história. Vamos ao que interessa!!

O que fazer em Paraty??

Bem, um mundo de possibilidades se abre a nossa frente! Nosso olhar explorador se deterá em algumas:

  1. Explorar a belíssima natureza em seu entorno! É Mata Atlântica e mar para quase todo lado. Por ser Patrimônio Histórico Nacional suas construções são baixas e o céu azul está garantido. Faça um passeio de barco, ande descalço na praia, observe os barquinhos, contemple, explore o Parque Nacional da Serra da Bocaína, a Vila de Trindade, o Parque Estadual da Serra do Mar… Desconecte-se do mundo e encontre-se consigo mesmo
  2. Ande no centro pelas ruazinhas estreitas cheias de histórias, de casas rústicas e piso de cimento queimado. O pé de moleque, piso de pedras construído no período colonial irá guiar seus passos. Prepare-se para ser surpreendido pelo mar. Ele visita as ruas acidentadas duas vezes ao dia. A noite a cidade fervilha e brotam lojinhas , bares, restaurantes, galerias de arte, artesãos, gente.
  3. Gosta de museu? Vá ao de Arte Sacra ou ao Museu Forte Defensor Perpétuo. A Igreja de Santa Rita traz fortíssimas lembranças de outras eras e foi até representada por Debret na sua aquarela da Baía de Paraty.
  4. De barco vá até o Saco do Mamanguá e conheça o único “fiorde brasileiro”, um braço de mar dentro da terra com 8 km de extensão e 2 km de largura. Leve snorkel e mascara de mergulho. Você não vai querer perder os milhares de peixinhos coloridos que nadam em suas águas, vai? Bem, cada um é um! Então, se não gosta de mergulho vá pra próxima dica.
  5. Visite Cunha que fica pertinho de Paraty. Lá tem um belo Lavandário, muitas lojas de artesanato principalmente peças em cerâmica que é tradição do lugar. A estrada não é tão bem conservada então evite fazer o passeio a noite ou em dias de chuva.
  6. Gosta de cachoeira e água doce? Vá conhecer as Cachoeiras do Tobogã e o Poço do Tarzan. Tem também o Poço das Andorinhas.
  7. Vai com crianças? Então agende uma visita ao Mini Estrada Real. Parque temático com réplicas e miniaturas de monumentos da Estrada Real. (www.miniestradareal.com)
  8. Ainda no roteiro kids, reserve seu lugar na platéia do Teatro de Bonecos. É um espaço pequeno porém vale a pena. Muitos de seus espetáculos foram premiados em vários países. Contato: (24) 3371-1575
  9. Seu lance é ficar confortavelmente instalado na praia comendo e bebendo tranquilamente? Praia de Jabaquara é uma boa opção. Tem vários quiosques bacanas. Meu preferido é o BalacoBacco que aparece na foto aí de baixo. Bem pé na areia! Um dos raros quiosques beira mar que aceitam cartões (bom conferir essa informação antes de ir para lá, tudo muda na vida).
  10. Cansou de praia? Repouse numa rede ou jogue-se num puff acolhedor. Na estrada Paraty-Cunha recomendo o Shambhala Lounge. Boa música para conversar ou descansar, ambiente descontraído e aconchegante, comida leve.

 

 

E…Divirta-se!! Boa viagem!!

 

Tem mais dicas? Conhece outros lugares legais em Paraty? Poste nos comentários. Sua participação é muito importante para nós!

 

CIMENTO QUEIMADO E O VERMELHÃO

Quem nasceu na década de 60 e 70 ainda lembra do trabalho que dava cuidar de um piso de “vermelhão” como era carinhosamente chamado o cimento queimado naquela época.

 

Além de uma memória afetiva, de casa de vó, casa de interior, do campo, esse elemento também remete a idéia de um material de baixo custo e passível de ser realizado na própria obra. Era quase como uma solução caseira.

Os tempos mudaram e o vermelhão piso baratinho de outros tempos, deu sua vez para o cimento queimado utilizado como uma solução contemporânea e inovadora da arquitetura e do design de interiores.

Deixou de ser vermelho e adotou suas cores originais o cinza, o concreto e seus subtons. Há ainda quem use o memorável pó xadrez para imprimir cor ao piso cimentado. Mas seja qual for a nuance escolhida, a aplicação atual de cimento em pisos passa pelas mãos de profissionais habilidosos. Além de fazer a massa à base de cimento e água, é importante saber como aplicar, qual o espaçamento das juntas e em que situações ele é adequado.

Afinal o piso tem vantagens e desvantagens. Entre elas a facilidade do aparecimento de trincas e craquelamento com o passar dos anos. Algo facilmente contornável com o surgimento dos novos cimentos tecnológicos que aliam a flexibilidade e a dureza de forma a evoluir para um piso monolítico e sem trincas, de baixa manutenção e excelente custo-benefício. E com essa inovação, o cimento literalmente  subiu pelas paredes sendo aplicado também em tetos e bancadas.

Mas isso já é assunto para outro post!

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