Estilo

Você gosta de decoração? Sabe o que deixa um espaço harmonioso? Vamos explorar um pouco essa idéia?

Pensando na nossa foto principal, o modelo aí de cima. Qual é a sua primeira impressão sobre ele? É um espaço agradável para você? Gostaria de viver num lugar assim?

Suas respostas são só suas. Únicas! Elas constituem o que chamamos de estilo. Cada um tem o seu. Clássico, despojado, moderno, industrial, minimalista, extravagante… são vários os adjetivos possíveis. Encontrando o nosso estilo pessoal criar um ambiente personalizado é muito mais fácil.

Nessa foto temos a base que é o cimento queimado. Aliás, nesse caso o cimento tecnológico, um “primo” muito mais durável, uniforme, sem juntas. Ele permeia todo o ambiente prolongando-se pelo piso e subindo literalmente pelas paredes. Confere um ar de modernidade e de continuidade ao ambiente. Um truque excelente para ampliar os espaços pela unicidade dos materiais.

Para quebrar o cinza e deixar a cozinha viva, divertida, com a “cara do dono” apareceu por ali um pôster em tons de amarelo e verde com frases sugestivas.

Olha o charme desse espelho e do cabideiro logo abaixo? Delimitando com maestria a área destinada a bolsas, guarda chuva e afins logo à chegada. Dá até pra revisar o cabelo antes de sair!

A parede de tijolos a vista aquece o ambiente. Agrega trazendo uma textura mais trabalhada. Sobre a madeira da bancada e dos gabinetes podemos dizer o mesmo.

Esse mix de materiais (cimento, tijolo e madeira) tiram a monotonia, enriquecem e trazem aconchego quando combinados.

Equilibrar esses elementos todos temperando a decor é a base do trabalho de um designer de interiores.

Essa foto foi enviada para nós por um cliente super satisfeito com o cimento tecnológico produzido pela Brasipiso. Você já conhece esse produto? Sabe das suas qualidades? Posta um comentário aí pra gente!!

 

Artigo escrito por Fabi Congio, designer de interiores, analisando o ambiente decorado pelo cliente Brasipiso.

 

www.brasipisomoderno.com.br

CIMENTO QUEIMADO E O VERMELHÃO

Quem nasceu na década de 60 e 70 ainda lembra do trabalho que dava cuidar de um piso de “vermelhão” como era carinhosamente chamado o cimento queimado naquela época.

 

Além de uma memória afetiva, de casa de vó, casa de interior, do campo, esse elemento também remete a idéia de um material de baixo custo e passível de ser realizado na própria obra. Era quase como uma solução caseira.

Os tempos mudaram e o vermelhão piso baratinho de outros tempos, deu sua vez para o cimento queimado utilizado como uma solução contemporânea e inovadora da arquitetura e do design de interiores.

Deixou de ser vermelho e adotou suas cores originais o cinza, o concreto e seus subtons. Há ainda quem use o memorável pó xadrez para imprimir cor ao piso cimentado. Mas seja qual for a nuance escolhida, a aplicação atual de cimento em pisos passa pelas mãos de profissionais habilidosos. Além de fazer a massa à base de cimento e água, é importante saber como aplicar, qual o espaçamento das juntas e em que situações ele é adequado.

Afinal o piso tem vantagens e desvantagens. Entre elas a facilidade do aparecimento de trincas e craquelamento com o passar dos anos. Algo facilmente contornável com o surgimento dos novos cimentos tecnológicos que aliam a flexibilidade e a dureza de forma a evoluir para um piso monolítico e sem trincas, de baixa manutenção e excelente custo-benefício. E com essa inovação, o cimento literalmente  subiu pelas paredes sendo aplicado também em tetos e bancadas.

Mas isso já é assunto para outro post!

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CÆMENTU, uma história

Origem do Cimento

Dos primórdios aos dias atuais

 

Desempenadeira, pá, água e aquele pó fino. Pronto! Lá está um dos mais usados aglomerantes que conhecemos. Resistente e durável ele está presente em praticamente todas as nossas edificações. Mas desde quando?

Pedra, madeira e barro foram e ainda são utilizados nas técnicas construtivas. Os primeiros homens contudo observaram que das fogueiras pré históricas surgia um pó que misturado a água ficava realmente duro.

Civilizações antigas como a Egípcia usaram uma liga de gesso calcinado e outras como a Grega e a Romana misturaram solos vulcânicos a água para construir.

Dessas experiências surgiram os incríveis monumentos que conhecemos hoje como as pirâmides egípcias, Coliseu de Roma e o Panteão de Agrippa.

A fórmula romana era tão bem guardada que desapareceu junto com o Império Romano.

Foram os ingleses que no século XVIII desenvolveram novamente técnicas para produzir cimento. Franceses, alemães e outros povos também deram suas contribuições a história do cimento. Porém foi outro inglês, Joseph Aspdin, que em 1824 aperfeiçoou a tecnologia da produção do material surgindo assim o “Cimento Portland” patenteado com esse nome em homenagem as rochas da ilha britânica de mesmo nome.

O cimento utilizado atualmente nas nossas construções é um pouco diferente daquele. Mas teve sua origem ali e foi sendo aperfeiçoado através do tempo. O que nos permitiu construir mais e mais incríveis obras de arquitetura e engenharia! E esse material ficou tão versátil que atualmente é utilizado inclusive como acabamento. Mas essa é uma outra história!!

E aí, gostou dessas informações?

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Quer saber mais sobre a história do cimento? Links de referência:

www.abcp.org.br

www.portaldoconcreto.com.br/cimento

www.ecivilnet.com

www.forumdaconstrucao.com.br

Fotos créditos: 
Coliseu - Emerson Mauricio Souto 
Pirâmides - Danieli Pansam