CIMENTO QUEIMADO E O VERMELHÃO

Quem nasceu na década de 60 e 70 ainda lembra do trabalho que dava cuidar de um piso de “vermelhão” como era carinhosamente chamado o cimento queimado naquela época.

 

Além de uma memória afetiva, de casa de vó, casa de interior, do campo, esse elemento também remete a idéia de um material de baixo custo e passível de ser realizado na própria obra. Era quase como uma solução caseira.

Os tempos mudaram e o vermelhão piso baratinho de outros tempos, deu sua vez para o cimento queimado utilizado como uma solução contemporânea e inovadora da arquitetura e do design de interiores.

Deixou de ser vermelho e adotou suas cores originais o cinza, o concreto e seus subtons. Há ainda quem use o memorável pó xadrez para imprimir cor ao piso cimentado. Mas seja qual for a nuance escolhida, a aplicação atual de cimento em pisos passa pelas mãos de profissionais habilidosos. Além de fazer a massa à base de cimento e água, é importante saber como aplicar, qual o espaçamento das juntas e em que situações ele é adequado.

Afinal o piso tem vantagens e desvantagens. Entre elas a facilidade do aparecimento de trincas e craquelamento com o passar dos anos. Algo facilmente contornável com o surgimento dos novos cimentos tecnológicos que aliam a flexibilidade e a dureza de forma a evoluir para um piso monolítico e sem trincas, de baixa manutenção e excelente custo-benefício. E com essa inovação, o cimento literalmente  subiu pelas paredes sendo aplicado também em tetos e bancadas.

Mas isso já é assunto para outro post!

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